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Governo de Gran Canária
Apesar de pertencer a Espanha, Gran Canária tem o seu próprio Governo e um estatuto especial dentro da União Económica Europeia. A monarquia espanhola é representada pelo Rei Carlos e pela Rainha Sofia. O filho deles, o Príncipe Filipe, é o herdeiro do trono.
Mesmo antes das Ilhas Canárias terem sido declaradas uma província independente de Espanha, já se verificava uma intensa competição entre as duas principais ilhas (Tenerife e Gran Canária).
Na nova Constituição de 1978, Espanha criou o estatuto de Região Autónoma para Canárias, o que significa que na prática o arquipélago não está completamente separado de Espanha. Não obstante, o governo local, representado pelo Cabildo Insular, tem uma grande liberdade no que diz respeito a todos os assuntos relacionados com a ilha.
Em 1982 as Canárias viram finalmente o seu desejo de autonomia tornar-se realidade. Santa Cruz de Tenerife (representando as ilhas a oriente), juntamente com Las Palmas (pelas ilhas ocidentais), conduz o governo. Las Palmas detém metade dos departamentos de governo regionais e o Parlamento e o seu governador são apontados por Madrid. O Parlamento com 60 membros reúne-se sempre em Santa Cruz de Tenerife.
Gran Canária tem 15 membros no Parlamento Canariano, órgão que, para além do papel legislativo, estabelece os orçamentos das ilhas e nomeia representantes para levarem as questões ao continente espanhol.
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• NOTA •
Todas as ilhas têm também o seu próprio concelho regional (Cabildo Insular), que detém certos poderes de auto-governo e que assume responsabilidades pela manutenção diária de serviços locais. Depois estas funções são delegadas aos municípios e finalmente às autoridades de cada cidade.
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